Os Ignorantes conta a história de José de Oliveira que, sobrevivente de uma bala perdida quando menino, na vida adulta escreve um poema de cordel sobre “a ignorância que toda pessoa tem de si mesma”.
“Nós sofre, coitados, da redundância
De si ignorá e n admití
Que todos nós vive na ignorância.”
Para Pedro Cardoso a bala não é perdida, ela traz uma história, que é contada na peça - a trajetória da bala, assim como dos personagens envolvidos, é apresentada de trás para frente, até o momento em que se chega ao menino José. O destino do adulto José de Oliveira é determinado por uma sucessão de ações de vários personagens desde a “bala perdida” que o atingiu na infância. Estes personagens, aparentemente sem relação alguma entre si, não têm consciência sobre sua interferência no destino de José.
“O importante é lembrar que a violência nasce muito antes de chegar até nós. Muitos acordam para a questão só a partir do momento em que são abordados por um menino no sinal. Não dá para pensar que a violência começa aí. E também não dá para negar que a má formação de renda é a responsável por isso. Na verdade, tento mostrar que todos têm agressividade e instinto de sobrevivência. E o ser humano é quem gera essas estruturas sociais responsáveis pela violência. Falo sobre isso tudo porque qualquer teatro tem de abordar a sua época.”, afirma Pedro.
“Embora é em nós que tudo se passa
Nós mesmos se perde ao nos percebê
Pois nunca atinamo o que nos devassa
Tão perto e tão longe de enlouquecer.”
Ficha Técnica
Texto e Direção
Pedro Cardoso
Supervisão
Amir Haddad
Com
Pedro Cardoso
Maria Teresa Madeira (piano)
Rodolfo Cardoso (percussão)
Carlos Cardoso ( violão e voz )
Marcos ( guitarra e violão )
Luiza Borges ( voz )
Direção Musical
Carlos Cardoso
Cenário
Pedro Cardoso
Desenhos
Romero Cavalcanti
Iluminação
Luiz Paulo Neném
Projeto e operação de Som
Gabriel Dangelo
Edição de Vídeo
Cindy Mae e Pedro Cardoso
Direção de cena
José Roberto Mota
Produção
Carlos Grun
Classificação: 14 anos
Duração : 90 minutos, sem intervalo
Ingressos

Bilheteria do Teatro Bradesco
Horário de atendimento de Domingo a Quinta das 12h às 20h, Sexta e Sábado das 12h às 22h
Preço -
Frisa 3° andar - R$ 60,00
Balcão Nobre - R$ 60,00
Frisa 2° andar - R$ 60,00
Plateia - R$ 60,00
Frisa 1° andar - R$ 60,00
Camarote - R$ 80,00
Cliente Bradesco tem 25% de desconto no valor do Ingresso, além de um guichê exclusivo na bilheteria do teatro.
Usuário dos cartões Zaffari Card, Bourbon Card, e Rancho Card, possui 25% de desconto na compra de até 2 ingressos por titular do cartão na bilheteria do teatro.
Descontos não cumulativos com meia entrada e outras promoções, limitado até 200 ingressos de cada sessão/espetáculo.
ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
Classificação etária: 14 anos.
Release
Pedro Cardoso volta aos palcos paulistanos com a peça Os Ignorantes, escrita e dirigida pelo próprio. Os Ignorantes estreou em 1998 e já foi assistida por quase 150 mil pessoas, virou livro. Foi lançado em 2006 e marcou o lançamento de sua editora. É em clima de descontração e informalidade que Pedro Cardoso se apresenta no Teatro Bradesco nos dias 22 a 24 e 29 e 31 de janeiro.
Os Ignorantes conta a história de José de Oliveira que, sobrevivente de uma bala perdida quando menino, na vida adulta escreve um poema de cordel sobre “a ignorância que toda pessoa tem de si mesma”.
“Nós sofre, coitados, da redundância
De s’ignorá e n’ admití
Que todos nós vive na ignorância.”
A peça Para Pedro Cardoso a bala não é perdida, ela traz uma história, que é contada na peça - a trajetória da bala, assim como dos personagens envolvidos, é apresentada de trás para frente, até o momento em que se chega ao menino José. O destino do adulto José de Oliveira é determinado por uma sucessão de ações de vários personagens desde a “bala perdida” que o atingiu na infância. Estes personagens, aparentemente sem relação alguma entre si, não têm consciência sobre sua interferência no destino de José.
“O importante é lembrar que a violência nasce muito antes de chegar até nós. Muitos acordam para a questão só a partir do momento em que são abordados por um menino no sinal. Não dá para pensar que a violência começa aí. E também não dá para negar que a má formação de renda é a responsável por isso. Na verdade, tento mostrar que todos têm agressividade e instinto de sobrevivência. E o ser humano é quem gera essas estruturas sociais responsáveis pela violência. Falo sobre isso tudo porque qualquer teatro tem de abordar a sua época.”, afirma Pedro.
“Embora é em nós que tudo se passa
Nós mesmos se perde ao nos percebê
Pois nunca atinamo o que nos devassa
Tão perto e tão longe de enlouquecer.”
Ficha Técnica
Texto e Direção
Pedro Cardoso
Supervisão
Amir Haddad
Com
Pedro Cardoso
Maria Teresa Madeira (piano)
Rodolfo Cardoso (percussão)
Carlos Cardoso ( violão e voz )
Marcos ( guitarra e violão )
Luiza Borges ( voz )
Direção Musical
Carlos Cardoso
Cenário
Pedro Cardoso
Desenhos
Romero Cavalcanti
Iluminação
Luiz Paulo Neném
Projeto e operação de Som
Gabriel Dangelo
Edição de Vídeo
Cindy Mae e Pedro Cardoso
Direção de cena
José Roberto Mota
Produção
Carlos Grun